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junho
Como funciona o Android (Google Phone)
11 jun 2010 ) | por Chuck Norris em Curiosidades às 7:43Em 2007, começaram a circular rumores de que o Google iria lançar umsmartphone para competir com o iPhone da Apple. A informação correu desenfreada – o Google conseguiria entrar no negócio de hardware? A companhia contaria com os consagrados fabricantes de hardware para telefone celulares? O Google simplesmente se concentraria na construção de aplicações para smartphones para outros dispositivos como o iPhone?
![]() TMobile G1, primeiro celular com Android |
Executivos do Google diziam que a companhia não estava interessada em construir hardware. Mas alguns jornalista sda Web e blogueiros ainda não estavam convencidos. No começo de 2008, ficou claro que os executivos do Google tinham sido francos o tempo todo – o Google não estava entrando no jogo de handsets. Mas, sim, no negócio de software para handset com o sistema operacional móvel chamado Android.
Ao contrário do iPhone, que tem seu próprio sistema operacional exclusivo para o hardware do iPhone, a abordagem do Google foi criar um sistema operacional que poderia funcionar em telefones feitos por diferentes fabricantes. E mais: nenhum provedor de serviço único teria direitos exclusivos de usar a plataforma Android. Em relação a isso, o Android se junta a outros sistemas operacionais móveis, como o Symbian e o Windows Mobile.
O primeiro telefone Google foi o G1, um handset fabricado por uma empresa baseada em Taiwan chamada High Tech Computer Corporation (HTC). O primeiro provedor de serviço a suportar o Android nos EUA foi a T-Mobile. Como o sistema operacional estreou nos Estados Unidos, outros fabricantes de handset anunciaram planos para desenvolver seus próprios telefones com Android.
Um fator importante que posiciona o Android distante da maioria dos sistemas operacionais móveis é que ele está baseado em uma plataforma de código aberto. Isso significa que o Google permite a qualquer um olhar e modificar a maior parte do código fonte do Android. Idealmente, isso significaria que se um desenvolvedor sentisse que o Android precisasse de um recurso ou capacidade específica, ele ou ela poderia construi-la e incorporá-la ao sistema operacional. O software evoluiria constantemente.
Inicialmente, a plataforma Android não suportava muitos dos recursos dos outros sistemas operacionais para smartphones. Por exemplo, o Android não oferecia suporte ao Microsoft Exchange. Muitas companhias usam o Microsoft Exchange como plataforma de e-mail e aplicações de agenda. Mas por causa da natureza open source do Android e do suporte do Google a desenvolvedores terceiros, não demorou muito tempo para a companhia oferecer uma aplicação que sincronizasse as funções do Exchange com o telefone. A plataforma Android pode ter de correr atrás dos outros sistemas operacionais do mercado, mas ela tem a capacidade de ir muito mais além.
Recursos de um Google Phone
Você pode dividir os recursos do HTC G1 em duas categorias: recursos de hardware e recursos do Android. Lembre-se: nem todo telefone rodando Android terá as mesmas capacidades de outros telefones Android. Alguns desses recursos são construídos diretamente dentro do hardware e podem variar de um fabricante para outro.
![]() O G1, da HTC e da TMobile, foi o primeiro smartphone com Android do mercado: tela sensível ao toque e visor de 3,5 polegadas |
Por essa simples razão, vários revistas especializadas escolheram para avaliar a plataforma Android e o HTC G1 separadamente. A maioria sentiu que o Android se mostra promissor e poderá tornar-se o maior player da indústria de smartphones. As críticas do hardware não foram tão positivas. Embora a maioria tenha achado que o hardware não era ruim, muitos disseram que o aparelho não tem a estrutura elegante do iPhone.
O HTC G1 ostenta um tela LCD sensível ao toque de 3,2 polegadas (8,1 cm), um receptor GPS, um acelerômetro, um compasso eletrônico, uma câmera digital de 3,2 megapixels, WiFI e capacidade de conectividade 3G. A tela desliza para o lado para revelar um teclado QWERTY completo. O aparelho também traz um slot para expansão de cartão de armazenamento. Uma coisa que ele não tem é uma entrada específica para fones de ouvido – você tem de usar um adaptador USB se quiser usar seus fones. Já que o celular tem um tocador de música, muitos revisores sentiram que a falta dessa entrada padrão falava contra o dispositivo.
O HTC G1 funciona com um processador Qualcomm 7201 de 528 MHz. Ele também tem 192 MB de RAM. Isso faz do aparelho um smartphone poderoso, embora ele não esteja no topo. Futuros celulares rodando a plataforma Android podem ter especificações completamente diferentes.
É importante observar que o sistema operacional Android suporta todas essas configurações de hardware. Se o Android não suportasse interface sensível ao toque, a tela não funcionaria nem com todos os elementos de hardware no lugar. Mas isso não significa que todo telefone Android terá tela sensível ao toque – apenas que o Android suporta esse recurso específico.
Isso dito, algumas coisas se manterão iguais em todos os telefones Android. Por exemplo: qualquer um querendo comprar um celular Android terá de criar uma conta no Google primeiro. As contas Google são gratuitas e você pode criar uma tendo ou não um telefone Android. Se você tem uma contaGoogle, você pode acessar serviços como Gmail, Google Calendar e Google Docs. Os projetistas do Android contruíram a plataforma para que ela fizesse interface com essas funcionalidades naturalmente.
À medida que o hardware tornar-se mais avançado, o Google vai tentar ajustar o sistema operacional Android para suportar novos recursos e funções. E se o Google não o fizer, alguém o fará. Essa é a beleza de um sistema open source.
A arquitetura do Android
O Google geralmente se refere ao sistema operacional Android como umapilha de softwares. Cada camada da pilha agrupa vários programas que suportam funções específicas do sistema operacional.
A base da pilha é o kernel. O Google usou a versão 2.6 do Linux para construir o kernel do Android, o que inclui os programas de gerenciamento de memória, as configurações de segurança, o software de gerenciamento de energia e vários drivers de hardware. Drivers são programas que controlam dispositivos de hardware. Por exemplo, o HTC G1 tem uma câmera. O kernel do Android inclui um driver de câmera, que permite ao usuário enviar comando ao hardware da câmera.
O próximo nível de software inclui as bibliotecas do Android. Você pode pensar em bibliotecas como um conjunto de instruções que dizem ao dispositivo como lidar com diferentes tipos de dados. Por exemplo, a biblioteca do framework de mídia suporta a reprodução e a gravação de vários formatos de áudio, vídeo e imagem. Outras bibliotecas incluem aceleração tridimensional (para dispositivos com acelerômetros) e um biblioteca de navegadores Web.
No mesmo nível da camada de bibliotecas, a camada de tempo de execução do Android inclui um conjunto de bibliotecas do núcleo Java – programadores de aplicações Android construíram suas aplicações em linguagem de programação Java. Ele também inclui a Máquina Virtual Dalvik (DVM).
Uma máquina virtual é uma aplicação de software que se comporta como se fosse um dispositivo independente com seu próprio sistema operacional. Você podem rodar uma máquina virtual em um computador que opera com um sistema operacional completamente diferente do sistema operacional da máquina física. Por exemplo: um computador Apple rodando Mac OS X pode ter uma máquina virtual rodando Windows Vista ou Ubuntu. O sistema operacional Android usa máquinas virtuais para rodar cada aplicação como seu próprio processo. Isso é importante por algumas razões. Primeiro, nenhuma aplicação é dependente de outra. Segundo, se uma aplicação para, ela não afeta quaisquer outras aplicações rodando no dispositivo. Terceiro, isso simplifica o gerenciamento de memória.
A próxima camada é o framework de aplicação. Isso inclui os programas que gerenciam as funções básicas do telefone, como alocação de recursos, aplicações de telefone, mudança entre processos ou programas e ficar de olho na localização física do aparelho. Os desenvolvedores de aplicações têm acesso total ao framework de aplicações do Android. Isso possibilita que eles tirem vantagem das capacidades de processamento do Android e suportem recursos quando estão construindo uma aplicação Android. Pense no framework de aplicações como um conjunto de ferramentas básicas com o qual um desenvolvedor pode construir ferramentas muito mais complexas.
No topo da pilha estão as aplicações em si. É onde você encontra funções básicas do dispositivo, como fazer chamadas telefônicas, acessar o navegador Web ou acessar sua lista de contatos. Se você é um usuário comum, esta é a camada que você mais usará. Você faz isso com a interface de usuário. Apenas os programadores do Google, os desenvolvedores de aplicação e os fabricantes de hardware acessam outras camadas mais baixas da pilha.
Aplicativos para o Google Phone
Hoje em dia, não é suficiente para seu smartphone ser capaz de checar e-mails, surfar na Web e fazer chamadas telefônicas. Você precisa ter à sua disposição um monte de aplicativos úteis, divertidos, produtivos e até inúteis. O sucesso do iPhone prova que uma biblioteca forte de aplicativos pode estimular os consumidores. A plataforma Android do Google parece seguir o mesmo caminho.
Meses antes de o HTC G1 chegar às prateleiras, o Google apresentou a plataforma Android aos desenvolvedores. A companhia criou um kit para desenvolvedor de software (SDK) limitado e distribuiu aos desenvolvedores. O Google até criou o Android Developer Challenge (desafio ao desenvolver Android) – um concurso que tinha prêmo total de US$ 10 milhões.
Os desenvolvedores top ganharam US$ 250 mil por suas aplicações. Aqui está um pequeno exemplo do que teve sucesso:
- CompareEverywhere e GoCart são duas aplicações diferentes que deixam você comparar preços e ler críticas de merchandise enquanto você está numa loja. Você tira uma foto do código de barras do item com a câmera do telefone. Essas aplicações identificam o item e agregam críticas e preços de diferentes fontes.
- A aplicação Life360 é parte rede social, parte serviço de notícias. Permite que você configure uma comunidade online regional e compartilhe informações com outras pessoas no grupo. Ela pode alertá-lo para emergências, como o aviso de um tornado que afetará sua região. Mesmo se você estiver a quilômetros de distância, você pode acompanhar o que está acontecendo em casa.
- Locale é uma aplicação que utiliza o suporte a GPS do Android. Primeiro, você identifica vários endereços que você frequenta usando o Google Maps. Depois, você cria uma lista de configurações do telefone para cada endereço. Por exemplo, no trabalho ou em classe você provavelmente vai querer que o ring tone do seu telefone seja apropriado e num volume mais baixo. Uma vez criadas as configurações para cada endereço, seu telefone automaticamente muda para a configuração apropriada baseada na localização atual. Usando o Locale você não terá nunca de se preocupar em silenciar o seu telefone quando estiver entrando no cinema, ou no teatro, ou em uma reunião.
- Para a consciência verde, há o Ecorio. Essa aplicação rastreia sua pegada mundial de carbono e oferece sugestões para reduzir o seu impacto individual no meio ambiente. Você pode usar o Google Maps para planejar uma viagem, e o Ecorio oferece sugestões para caronas, transporte público e outras dicas para criar o menor impacto ecológico.
- Os desenvolvedores do Softrace queriam contruir um programa que inspirasse pessoas a manter um estilo de vida ativo. O Softrace permite que as pessoas planejem corridas a pé, corridas de bicicleta e outras competições usando a função Google Maps. Os participantes podem viajar para o local de uma corrida, começar a corrida e tentar fazer o melhor tempo. Eles podem comparar seus resultados com os de outros participantes.
Há muitas aplicações mais para o Android no círculo de vencedores dos US$ 275 mil e além. E vários desenvolvedores de algumas das mais conhecidas aplicações para iPhone expressaram interesse em desenvolver uma versão de seus aplicativos para o Android. Apesar de o iPhone estar uma cabeça à frente, o Android tem o potencial de igualar e até ultrapassá-lo no front de aplicações.
Construindo aplicações para o Android
Para construir uma aplicação Android, o desenvolvedor tem de estar familiarizado com a linguagem de programação Java. Assumindo que o desenvolvedor é perito em Java, ele ou ela pode fazer o download do kit do desenvolvedor (SDK) e começar. O SDK dá ao desenvolvedor acesso à interface de programação do Android (API).
![]() Site do Android para desenvolvedores |
O SDK inclui várias ferramentas, entre as quaos exemplos de aplicações e um emulador de telefone. Os emuladores são programas que duplicam os recursos e funções de um sistema ou dispositivo específico. O emulador do Android é um programa que duplica as funções de um telefone rodando na plataforma Android. Quando o desenvolvedor termina de construir a aplicação, pode testá-la no emulador e ver como a aplicação vai funcionar no hardware de verdade.
O Google fornece um extenso tutorial do Android no seu site para desenvolvedores. A companhia até fornece passos básicos de programação como testar e debugar um software. Desenvolvedores experientes podem pular o tutorial e ir direto para a construção de uma aplicação. O Google fornece instruções passo-a-passo sobre como construir uma aplicação chamada Hello World para dar aos desenvolvedores a chance de se familiarizar com a arquitetura do Android.
Isso nos traz outro recurso do Android que o separa do iPhone – os desenvolvedores podem criar aplicações complexas que rodam por trás de outras aplicações. A Apple limita as aplicações do iPhone ao primeiro plano – se você vai para uma aplicação diferente, a primeira aplicação em que você estava para de funcionar até que você retorne a ela. Esse recurso limita os tipos de aplicação que os desenvolvedores podem construir para o iPhone. O Android permite aos desenvolvedores acesso mais extenso aos processos de segundo plano.
O Google divide todas as suas aplicações em qautro blocos básicos de construção (nem todas as aplicações terão todos os blocos de construção):
- Atividades: Sempre que uma aplicação exibe uma tela para o usuário, isso é uma atividade. Por exemplo, uma aplicação de mapa poderia ter uma tela básica de mapa, um planejador de viagem e uma tela de rota sobreposta. São três atividades.
- Objetivos: Objetivos são os mecanismos para mover de uma atividade para outra. Se você tivesse que planejar uma viagem usando nosso exemplo de aplicação de mapeamento, um objetivo seria interpretar sua entrada e ativar a tela sobreposta de rota. O Android também permite que os receptores de transmissão de objetivos, que são objetivos despertados por eventos externos como mover-se para um novo endereço ou uma chamada telefone entrando.
- Serviços: Um serviço é um programa que roda por si mesmo sem uma interface de usuário. Por exemplo: vamos dizer que você esteja participando de um evento no Softrace. Na metade da corrida, você decide que quer ouvir música enquanto termina o caminho. Você pode trocar para a aplicação de tocador de música e começar uma canção enquanto Softrace continua a rastrear seu progresso. Se o Softrace fosse uma simples atividade, você teria terminado a aplicação assim que passasse para o tocador de música.
- Provedor de conteúdo: Um provedor de conteúdo permite que uma aplicação compartilhe informação com outras aplicações. Isso permite que desenvolvedores trabalhem juntos para criar uma suíte de aplicações que são mais robustas e complexas que um componente individual.
Há outras considerações que os desenvolvedores devem ter em mente enquanto constroem aplicações. Elas incluem o mecanismo de renderização de gráficos do Android, o processo de gerenciamento de software, o suporte à interface do usuário e outros detalhes técnicos. O Google fornece guias para todos esses elementos no seu site para desenvolvedores Android.
Fornecedores do Google Phone
Há dois tipos de fornecedores que você tem de considerr quando fala sobre sistema operacional para smartphones: os fabricantes de handsets e as operadoras de telefonia celular. Os fabricantes dos aparelhos produzem o hardware. As operadoras são as companhias de telefone como Vivo, Claro, Tim, T-Mobile e AT&T. Alguns fabricantes de aparelhos trabalham exclusivamente com uma operadora de telefonia específica. Em alguns poucos casos, a operador também produz seu próprio aparelho.
Como meniconado anteriormente, o primeiro aparelho celular a ter o sistema operacional Android foi o HTC G1. Antes mesmo que o telefone fosse vendido, blogueiros e jornalistas começaram a especular quem seria o próximo fabricante de celulares a entrar no jogo com o Android. Um fabricante que pode em breve oferecer seu telefone Android é a Motorola. Na verdade, de acordo com Wall Street Journal, a Motorola pode desistir dos sistemas operacionais que atualmente suporta para focar-se na produção de telefones Android.
Outra empresa de telefones interessada em produzir celulares Android é a NTT DoCoMo Inc, a maior provedores de telefonia móvel do Japão. A DoCoMo vai fabricar o handset em parceria com a sulcoreana KTF [fonte: Reuters]. Outros fabricantes de handset incluem Lenovo, Hop-on and Huawei (nenhuma das três com aparelhos à venda no Brasil). À medida que o sistema operacional Android evoluir, nós veremos mais fabricantes de aparelhos celulares suportarem a plataforma com seu hardware.
A primeira operadora de telefonia a suportar um celular Android foi a T-Mobile. A empresa ofereceu o HTC G1 na sua rede 3g para consumidores nos EUA em outurbo de 2008 por US$ 179. Um m6es depois, a T-Mobile ofereceu aos atuais consumidores a oportunidade de reservar um HTC G1 adiantado. A pré-venda foi um enorme sucesso – a T-Mobile teve de finalizar as vendas mais cedo quando os pedidos excederam o estoque da companhia de 1,5 milhão de telefones [fonte: Bylund].
Mas algumas operadoras de telefonia celular foram longe demais ao criticar o Android em público. O CEO da Sprint, Dan hesse, disse que o Android “não era bom o suficiente para ter a marca Sprint nele”. Hesse deixou aberta a possibilidade de a Sprint vir a trabalhar com a plataforma Android no futuro. Nesse meio tempo, Peter Michaels, CEO da Hop-on, criticou os pronunciamentos de Hesse. Michaels alegou que a Sprint torna difícil que fabricantes de telefone baratos entrem na sua rede. Ele também apontou que a Sprint era membro fundador da Open Handset Aliance – um projeto que tornou viável o Android. Mas Michaels disse que enquanto a companhia diz que suporta plataformas abertas, suas ações parecem contradizer suas afirmações [fonte: MarketWatch].
Outras operadoras de telefonia estão adotando a abordagem “esperar para ver” com relação ao Android. Nos Estados Unidos, operadoras como a Verion e a At&T suportam telefones que estão no mesmo espaço competitivo do HTC G1 (a linha Blackberry e o iPhone, respectivamente). Essas empresas têm negócios complicados e considerações políticas a levar em contar antes de suportarem um novo sistema operacional.
O celular Android já está provocando um impacto no mundo dos smartphones. Mas pode levar um ou dois anos para o sistema operacional ganhar uma posição segura no mercado. Se isso acontecer, o Google pode dominar o mundo da telefonia celular da mesma maneira que faz com a busca online.
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Olá! Obrigado por sua noticia. Acho que na verdade a situação não é tão diferente em outros países de América Latina, é mesmo um acontecimento regional que beneficia cada vez mais o setor agropecuário. Obrigado! Negocios Rurais
eu amei essa tecnologia
eu queria ter essa tecnologia no meu celular
caracas comprei um android paguei uma nota e nada de funcionar snifff muito triste